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Fala Vargas,
A administração de um banco DW é muito diferente de um OLTP. A começar pelo “o quê” monitorar. Em Data Warehouse você precisa monitorar as cargas (ETL) e a geração de relatórios, cubos e manipulação ROLAP.
ETL (Extract Transform and LOAD): Retira os dados de uma origem (arquivos texto, OLTPs, Excel) e carrega na área de stage, onde ocorrerá diversos joins entre origens e dimensões cadastrais a fim de se desnormalizar os dados e carrega-los em uma arquitetura DW EX: Star Squema.
External Tables, sqlloader, Merge, sempre ajudam na tarefa.
Após a transformação, os dados são entregues em tabelas de Fato (Onde existem as métricas, valores, quantidades) e as dimensões (Cadastros, hierarquias, slow changes…)
Dica: O processo de carga normalmente decorre em dezenas de milhares de atualizações, inserções, deletes e em um curtíssimo espaço de tempo. Algumas tabelas com as Stage1 e outras não históricas, não precisam gerar logs (NOLOGGING). Também monitore o Logswitch dos seus redos nos momentos de carga, podem estar atrasando o processo por dimensionamento incorreto!
Após monitorar e otimizar o ETL, basta monitorar a extração do DW pelo cliente propriamente dito, seja a execução de um relatório, execução de cubo… Materialized Views sempre ajudam neste processo!
Em relação a disponibilidade, veja que se seu banco der problema hoje, você pode apenas restaurar o backup FULL de ontem e reprocessar a carga de hoje… Restore é bem flexível em DW.
Outra dica são os FULL Scans, não se assuste com eles! Algumas consultas vão realmente ter que percorrer os 100 milhões de registros da tabela. Neste caso, um conhecimento em modelagem DW, junto com Aggregation Tecniques, MViews e uma boa briga com os desenvolvedores de BI, serão uma mão na roda!
Se tiver alguma dúvida, poste aí que eu lhe ajudo!
Espero ter ajudado!