Pessoalmente eu acho isto desnecessário hoje em dia.
O Tom Kyte também acha, como li no seu livro Oracle Expert Database Arch.
Geralmente hoje os bancos grandes estão em um Storage com dezenas de discos, e o ASM já irá fazer Stripping por default, ou seja, vai espalhar tudo pelo DG.
Mesmo no passado, quando se tinha por exemplo, apenas dois HDs físicos no servidor, deixar um HD para dados e outro para índices era para evitar o acesso concorrente. Mas pensem bem, em um uso monousuário de um SELECT, primeiro o índice é acessado, e depois a tabela. Em um DML, primeiro a tabela é alterada, e depois o índice. São acessos sequenciais. E se pensarmos no banco corretamente, como um abiente multiusuário, constatmos que TUDO é acesso concorrente. Ou seja, tem que espalhar tudo pelo maior número de discos possível.
Separar algum dado deve ser por excessão, como colocar uma tablespace de dados históricos, que não precisam de desempenho, em RAID 5 para economizar espaço. Ou mesmo uma Tablespace “quente” em um RAID 10 mais rápido. E os REDO Logs, que devem sempre estar no disco mais rápido possível.
A separação dos dados em índices e tabelas pode ser uma questão preferencial administrativa (Backup & Recover), mas não de performance. E você ainda terá o prejuizó de provavelmente ver espaço desperdiçado.